A lógica de visitação não era otimizada por região. A profissional vivia sobrecarregada, o trânsito consumia o dia e os pacientes eram mal atendidos porque não dava tempo. O 4D Care nasceu para tirar o peso da decisão da mão do agente de campo.
A ordem das visitas ignorava a geografia — o agente cruzava a cidade inteira num único dia.
Horas de trânsito viravam menos visitas por dia — e o atraso de atendimento só crescia.
Escolher quem visitar primeiro, todo dia, era responsabilidade humana — sujeita a erro e cansaço.
Clusterização espacial + priorização por atraso de atendimento. O sistema recalcula todo dia e guia o agente para onde a cidade mais precisa.
A cidade vira quadrantes (ou hexágonos H3). Cada cidadão entra num quadrante pelo endereço.
Data da última visita + periodicidade exigida = quantos dias cada cidadão está em atraso.
Soma dos atrasos ÷ cidadãos do quadrante. O quadrante com maior média é o destino do dia.
O agente dá baixa nas visitas; o quadrante zera o atraso e, amanhã, o cálculo aponta a próxima região crítica.
Histórico do cidadão à mão em campo — visitas, evoluções e periodicidade de cada atendimento.
Baixa o quadrante do dia de manhã, preenche em campo sem internet e sincroniza ao voltar à base.
A coordenação vê rotas, check-ins, atrasos por região e a cobertura do território em tempo real.
A mesma lógica de força de trabalho municipal serve muito além da saúde.
ESF e agentes comunitários com visitas domiciliares periódicas.
Combate a focos com cobertura territorial priorizada por atraso.
Acompanhamento de famílias vulneráveis com periodicidade definida.
Vistoria periódica de vias, praças e equipamentos públicos.