A cobertura vegetal é a leitura que mais valorizamos. A IA separa a vegetação do resto da imagem, mede cada fragmento em hectares e monta o mapa verde da cidade — a prova técnica que sustenta o monitoramento ambiental e o Inventário Verde do território.
Além da vegetação, a mesma leitura encontra e classifica o que costuma escapar do olho humano. Cada achado vira uma entrada de laudo, com categoria, medida, coordenada e nível de prioridade.
Imagem ruim é teto baixo — nenhuma IA recupera o que a foto não registrou. Por isso o voo segue um protocolo rígido, projetado para entregar o pixel mais nítido e o posicionamento mais exato possíveis.
A IA decide onde está a feição; a matemática decide onde isso fica no mapa. São dois problemas separados — e é por isso que a posição é confiável.
Um modelo de segmentação treinado acha a feição em pixels — visão computacional, não palpite.
O refino por SAM 2 transforma a detecção numa máscara limpa, recortada no contorno real.
Os contornos são limpos e medidos — vira um polígono georreferenciado, com área em m²/ha.
Pixel → latitude/longitude por cálculo determinístico. A coordenada é exata, não estimada.