Não substitui quem mede nem quem alerta. Entra como a camada de análise que faltava — por trás dos painéis e das salas de situação que o órgão já tem.
Plataforma · Inteligência climática e de risco
O clima já mudou. A forma de decidir também.
O 4DClima transforma dado climático oficial e disperso em diagnóstico pronto — com a prova de cada número à vista. Rios, chuva e os grandes fenômenos do planeta sobre a memória de cada lugar, em três escalas de tempo: as próximas horas, os próximos meses e as próximas décadas.
O Estado já mede e já alerta. O 4DClima diz o que cada medição significa para aquele lugar — com a prova e a taxa de acerto de cada número.
Não é mais um portal. É a inteligência por trás do que você já tem.
Medir e alertar o Estado já faz. O 4DClima entra onde ninguém entra: dizer o que cada medição significa para aquele lugar — comparando cada rio, cada chuva prevista e cada estação com a memória de um século do próprio ponto, com a prova e a taxa de acerto de cada número.
Reproduz um evento passado só com os dados que existiam antes dele — e mostra quantos dias antes o sinal teria acendido. No Rio Grande do Sul, com as réguas de antes de maio de 2024.
Publica a taxa de acerto do próprio método — o que quase ninguém faz. Quando não acerta melhor que o acaso, a tela diz, com todas as letras: sem sinal.
Um assistente que só responde com o dado do sistema e cita a fonte — não inventa número, prazo nem norma.
Gera o boletim pronto para levar à sala de situação e ao canal oficial de alerta: alimenta a Defesa Civil, não a substitui.
Três perguntas, três escalas de tempo — uma só base.
Quem cuida do clima e do risco faz três perguntas diferentes. O 4DClima responde às três sobre a mesma base de dados oficial — do alerta de agora à tendência das décadas, com a mesma prova.
Para a defesa civil e as salas de situação: cada rio comparado com o histórico da própria estação, cada chuva com o extremo daquele lugar.
Para quem planeja água, agricultura e energia: a chuva de cada região cruzada com os grandes fenômenos do clima — e a taxa de acerto sempre à vista.
Para as assessorias de clima e a adaptação: só com o que já foi medido, se o clima da região está mudando — com teste estatístico em cada número.
Veja a plataforma funcionando.
A apresentação narrada e a plataforma ao vivo — a mesma base que serve defesa civil, meio ambiente e água.
A memória de cada lugar.
O coração do 4DClima é a memória: décadas de medição oficial, dia a dia, organizadas para responder perguntas simples. Não é um limite genérico — é a história de cada ponto do território.
Medido desde 1941. O maior registro de toda a série foi em 2 de maio de 2024: 23,14 m. O segundo, em setembro de 2023 — as duas maiores cheias, em sequência.
O maior dia de chuva da série: 5 de dezembro de 2015, com 212,8 mm — a tempestade Desmond, quase quatro vezes o dia extremo típico daquele lugar.
Um mapa de calor com cada dia de cada ano, o ano atual contra todos os outros, o ranking das maiores cheias e os anos mais chuvosos.
O que vem pela frente — e o quanto dá para confiar.
O 4DClima cruza a chuva de cada região com os grandes fenômenos climáticos do planeta — El Niño, Oscilação do Atlântico Norte, Oscilação Ártica, Dipolo do Índico, temperaturas do Atlântico tropical e outros — e descobre sozinho qual pesa em cada lugar. Ninguém escreve isso à mão: vem do dado.

O motor encontrou o El Niño — correlação +0,68 com a chuva de outubro a dezembro, em 76 anos de dado.
Encontrou a temperatura do Atlântico Tropical Sul — e não o El Niño.
Encontrou a Oscilação Ártica, a irmã da Oscilação do Atlântico Norte.
A perspectiva dos próximos três meses vem com a taxa de acerto do método no passado. Quando não acerta melhor que um chute, a tela diz: trate como sem sinal.
A previsão numérica de chuva é comparada com a memória de cada lugar: não diz só quanto vai chover — diz se isso é muito para aquele lugar.
O que está mudando ao longo das décadas.
Só com o que já foi medido — sem modelo, sem projeção, ao contrário dos índices de risco que trabalham com cenários — e com teste estatístico em cada número.

Os dias de chuva acima de 100 mm ficaram 3,6× mais frequentes dos anos 1960 para os anos 2020 (tendência estatisticamente significativa); os dias de cheia nos rios, 2,1×.
Os dias de chuva acima de 100 mm ficaram 3,8× mais frequentes desde os anos 1990; a chuva anual cresce 134 mm por década; os dias de cheia nos rios quase dobraram desde os anos 1970.
Rigor e honestidade, por princípio.
O 4DClima mostra o que acontece, o que vem pela frente e o que o passado ensina — e é transparente sobre os próprios limites. Não substitui os alertas oficiais.
Todo número sublinhado abre de onde veio, como foi calculado e quando. Num órgão público, é isso que sustenta a decisão diante de quem pergunta depois.
Mostra a taxa de acerto dos seus métodos, marca o que ainda não está conectado e prefere dizer "sem sinal" a inventar uma probabilidade.
Tendências com o declive de Sen e o teste de Mann-Kendall; correlações com a tendência removida e a significância corrigida; perspectivas validadas deixando cada ano de fora.
Agências nacionais de águas e de meteorologia, agências ambientais, satélites da NASA, previsão numérica e índices climáticos da NOAA.
Cada cliente escolhe onde o seu dado mora: no próprio país, na própria região, sob as próprias regras.
Para quem.
A mesma base, para todo o sistema de decisão — defesa civil, meio ambiente, água, agricultura e planejamento olhando para os mesmos números, com a mesma prova.
O que acendeu agora, rio a rio, e o que vem nos próximos dias.
A tendência de décadas, com prova, para planejar a adaptação.
Reservatórios, estiagens e excessos nos próximos meses.
Risco climático por região e por safra; vulnerabilidade de assentamentos e comunidades.
Uma base única, auditável, comparável entre regiões e países.
Pronto para qualquer região do mundo.
O 4DClima não é um sistema de um estado. Configura-se para qualquer área do planeta — um estado, um país, uma bacia hidrográfica, um consórcio de municípios, um conjunto de assentamentos rurais.
Satélites e fenômenos climáticos globais já cobrem o planeta inteiro.
As estações oficiais de cada país entram por conectores próprios — hoje com o Brasil (ANA e INMET) e a Inglaterra (Environment Agency); prontos para Alemanha e Finlândia.
A interface fala português, inglês, espanhol, italiano, francês e alemão — e a demonstração narrada também.
Cada cliente vê somente a sua área, no seu idioma, com acesso controlado.
Tecnologia 100% brasileira. Dado sob o seu controle.
A tecnologia é desenvolvida no Brasil; o dado fica onde o cliente exigir — no próprio país, na própria região, sob as próprias regras. Inteligência climática de ponta, feita no país, com soberania sobre o dado de quem é responsável por ele.
Ver antes, com rigor e com prova.
Desastres climáticos custam vidas, cidades e décadas de desenvolvimento. Ver antes, com rigor e com prova, é o primeiro passo para decidir melhor. Começa por uma região-piloto, com o dado oficial que já existe.
Leve o 4DClima para a sua região.
Conte qual território você precisa enxergar — mostramos a plataforma com o seu dado e por onde começar.